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Como Thomas partiu explorar o mundo como designer de produtos e desenvolvedor front-end

Designer e fã criar experiências online do zero, Thomas Chrétien se estabeleceu remotamente em Kiev e passou a atender clientes no mundo inteiro.

Como Thomas partiu explorar o mundo como designer de produtos e desenvolvedor front-end
Apresentando o(a) ex-aluno(a) Thomas Chrétien UX Designer em Tchret Mais sobre Thomas
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Designer e fã criar experiências online do zero, Thomas Chrétien se estabeleceu remotamente em Kiev e passou a atender clientes no mundo inteiro.

Por que decidiu fazer o Le Wagon ?


Depois de dois anos estudando web marketing, comecer a codar sem saber exatamente o que estava fazendo. Na época tudo o que eu queria era ser capaz de criar produtos digitais. Comecei a frequentar o meio empreendedor em Paris, quando finalmente ouvi falar no Le Wagon. Foi aí que mergulhei de cabeça e decidi me juntar ao terceiro batch.

Quando falo com meus amigos sobre minha experiência com o Le Wagon, isso acaba incentivando outras pessoas e muitos amigos acabaram fazendo o bootcamp também.


O que você fez quando depois que terminou o curso de desenvolvimento web full-stack?

Eu continuei trabalhando no TrackGuru, o MVP que construí durante as duas últimas semanas do Le Wagon, as semanas de projeto, pra fazer a startup acontecer e conseguir usuários de verdade. Alguns meses depois eu tinha mais de 500 usuários na plataforma. Mas eu estava passando a maior parte do tempo cuidando do marketing e sentia falta de codar. Eu achava que ainda não tinha chegado no ponto que eu buscava quando entrei no Le Wagon em primeiro lugar.
 
Então decidi retornar ao Le Wagon como teaching assistant. Na verdade eu fui o primeiro T.A. do Le Wagon! Mais motivado do que nunca, me juntei ao time como desenvolvedor front-end para aumentar minha expertise sob a mentoria valiosa do Sebastien e do Boris. Em menos de um ano lançamos Le Wagon Ondemand, a plataforma de Alumni e a nova versão do site do Le Wagon. Fiquei bastante afiado no meu CSS, Javascript e React.js e claro, continueu mandando ver no Rails! Eu mentorei mais de 250+ alunos pelas capitais europeias como Paris, Amsterdam ou Bruxelas. Depois de trabalhar no Le Wagon por um ano, eu construí uma rede sólida capaz de me recomendar, então decidi partir pra vida de freelancer e trabalhar como designer de produtos e desenvolvedor front-end para meus próprios clientes. 


Vivendo a vida de nômade digital


Le Wagon foi um período de intenso aprendizado onde também aprendi bastante sobre mim mesmo. Sobre meu ritmo, minhas necessidades. Cometi o erro de parrar os dias codando até as 11 da noite, deixando outras coisas importantes de lado. Nesse momento resolvi experimentar o modo de vida de "trabalhador remoto".

Agora atendo meus clientes de onde eu estiver, e estive viajando por diferentes capitais até escolher o lugar perfeito para fincar o pé: ChangMai, Lisboa, Copenhague, Budapest… Estive vivendo em Kiev pelos últimos seis meses, onde estabeleci base.

Em que tipos de projetos você tem trabalhado?

Em 2016, eu lancei um tumblr focando nos melhores designs para páginas de pagamento. Chegou a criar um buzz no Product Hunt. Escalei o conceito, criando tumblrs para fazer curadoria de tipos de página específicos. Estes projetos foram uma vitrine espetacular. 

Recentemente construí uma extensão de twitch para a Redbull, para ajudá-los a prever os ganhadores dos seus free-fighters live events.
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Também trabalhei na aircall pra redesenhar seus apps mobile e desktop. Para manter um fluxo de clientes constante, trabalho com algumas agências de Paris como Mozza! Mozza foi criada por Adrien Montcoudiol, outro aluno da minha turma no Le Wagon com quem agora trabalho em vários projetos. 


O que você aprendeu com todas essas experiências?

Desde que terminei o Le Wagon, passei muito tempo experimentando e aprendendo o que me deu uma boa visão sobre o que funciona pra mim e o que não. Junto com minhas atividades como freelancer, construir produtos digitais passou a ser um de meus maiores focos. Sou um fazedor e curto criar experiências online diferenciadas de A a Z. Eu preciso sentir que estou apaixonado pelo que faço. Não consigo contar a quantidade de projetos que larguei porque pararam de fazer sentido pra mim. A chave é não ter medo de largar tudo, pois é assim que a gente aprende. 
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